Olhando ao redor, não é difícil compreender a ingratidão do nosso mundo actual no que ás relações humanas diz respeito. A Psicologia nos têm ensinado que cada pessoa tem essa necessidade «de relacionamento» ou, como alguns disseram e bem: « a necessidade diária de afecto». Não vivemos sem o outro, sem «o próximo». O mundo consumista e tecnicista parece querer, a toda a força, convencer-nos do contrário, muito embora seja fácil verificar o erro em que nos induz. A Caridade é uma realidade que se vai tornando extraordinária e pontual. Mas a verdade é que precisamos dela! Sem a dimensão da felicidade do outro somos vazios, somos nada! É bom começar por alargar o conceito até ao mais ténue sorriso, a toda a acção que nos envolve com alguém. Ter esta preocupação é vital. Gerar bem estar é tão simples como sorrir, escutar ou compreender. Por vezes custa, é difícil, apetece ripostar, humilhar, rebaixar. O porque de tudo isto? Achamos nós que o fazemos para os outros? Parece haver aí uma dificuldade de entendimento notória! A caridade que possamos fazer é útil para nós, é uma questão de «sobrevivência», bem-estar, saúde e vitalidade. Quantos problemas e crises enfrentamos, pois me parece que não há melhor remédio que a caridade! Ela é a chave e a cura, sendo caridosos com os outros, passamos a ser caridosos connosco. Não há felicidade maior, e todos sabemos isso, que a sensação de fazer o bem. Ela é mais gratificante e feliz do que quanto possamos possuir nesta vida.
AFINAL A FELICIDADE COMPRA-SE! TEM-SE DITO QUE NÃO, MAS ELA COMPRA-SE COM A CARIDADE!
E nunca há melhor remédio que experimentar!| «Usada Diariamente a sensação de bem-estar é duradoira!»
Para pensar:
1. «Será que alguém, por única vez na história, foi feliz com o mal que fez? Não é rico, poderoso, conhecido: mas feliz?»
2. Haverá maior alegria do que tentar fazer o bem?
3. Que beneficio eu alguma vez tive em: Ignorar alguém, maltratar alguém, gerar mau ambiente, ficar na passividade?
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